Organização · Saúde

Significado da bagunça na sua casa

Texto em espanhol postado originalmente no blog  Sanación Holística.

Você sabia que o acúmulo e a desordem em casa está relacionado a diferentes tipos de medo?

Como o medo de mudança, medo de ser esquecido e esquecer, carência e simbolizam confusão, falta de foco, caos, instabilidade e pode indicar incerteza de tuas metas, tua identidade ou o que você quer da vida. Além disso o local em qual se acumula essa desordem reflete a área problemática da sua vida. Por exemplo, dizem que o armário reflete como você está emocionalmente e que, uma vez que você organize seus conflitos internos, vai se acalmar, ou que um colcha desbotada significa que sua vida amorosa também perdeu seu brilho.

Você manteve objetos quebrados ou danificados por um longo tempo pensando em consertá-los um dia? Eles simbolizam promessas e sonhos quebrados e se é  eletrodomésticos, eletrônicos, móveis ou louças e você ainda guarda, por exemplo, na cozinha ou no banheiro, eles significam problemas de saúde e riqueza.

Se a desordem está em seu quarto significa que você é uma pessoa que deixa as coisas inacabadas e você tem dificuldade em ter um parceiro ou trabalho estável.

O quarto das crianças geralmente são confusos porque eles ainda não passaram pelo processo de saber o que querem da vida, mas há estudos que mostram que as crianças que mantêm seus quartos organizados tendem a serem melhores na escola.

Diferentes tipos de acumulação

  • Acumulação recente: Esse acúmulo indica que você está tentando fazer muitas coisas ao mesmo tempo e que não está se concentrando no que deve fazer, que perdeu a direção. Esse acúmulo ou desordem inclui roupas empilhadas, CDs ou filmes ao redor da casa, brinquedos ou itens esportivos espalhados, coisas que você usou recentemente, mas não colocou de volta no lugar. A maneira apressada em que vivemos tende a criar esse tipo de transtorno e quase todos nós temos em nossa casa, em certa medida.

Organizar essa bagunça imediatamente ajuda você a ser uma pessoa mais focada e eficaz em sua vida diária.

  • Acumulação antiga: refiro-me a objetos que você não usa há muito tempo e que estão empilhados nas gavetas, garagem, armários … Papéis velhos e documentos em seu computador que você não usa mais, revistas há mais de 6 meses ou roupas que você não colocou mais de um ano. Esta é uma reflexão que você está vivendo no passado e está deixando que suas velhas idéias e emoções tomem conta do seu presente e isso, ao mesmo tempo, impede que novas oportunidades e pessoas entrem em sua vida.

10 coisas que você pode fazer hoje para controlar a bagunça:

  1. Livre-se das coisas maiores primeiro: a bicicleta ergométrica que você não usa mais ou o urso de pelúcia gigante que você guarda desde a escola.
  2.  Devolva todas as coisas que você pegou emprestado, cds, livros, roupas, ferramentas.
  3. Pegue o que está no chão e coloque-o em uma cesta ou bolsa até que você possa colocá-los em seu lugar.
  4. Recolha revistas, catálogos e jornais em uma sacola ou cesta.
  5. Tire 10 roupas do armário que você não usou no ultimo ano e doe-as.
  6.  Limpe as janelas, é uma maneira figurativa e literal de deixar a luz entrar na sua vida.
  7. Cestos de lixo vazios, banheiros, cozinha, escritório; eles representam coisas que não precisamos mais nem queremos em nossas vidas.
  8. Retire as meias soltas que você perdeu o par das gavetas do seu guarda-roupa. Você pode usá-las para limpar os móveis.
  9. Limpe a mesa, arquive os papéis que você não usa mais, revise e organize e-mails recebidos.
  10. Livre-se de canetas e marcadores que não funcionam.

Sua atitude é fundamental para favorecer as mudanças que você quer fazer em sua vida.

O Significado da bagunça em cada cômodo

Os seres humanos emitem mensagens e sinais de acordo com a disposição de nossos objetos pessoais, mesmo em nossas gavetas. O acúmulo de objetos é uma maneira de emitir sinais; muitos objetos emitem o sinal de saturação de idéias, projetos e planos totalmente confusos, muito pouco estruturados e definidos.

A bagunça altera o caminho para alcançar nossos objetivos. Ela bloqueia as estradas de acesso a oportunidades e nos faz perder tempo, o que pode ser inestimável na estruturação de nosso plano de vida de maneira ordenada e disciplinada.

Dependendo de onde a desordem se acumula, é a mensagem ou sinal que está sendo transmitido:

  • Bagunça ou objetos empilhados na entrada da casa,é interpretado como medo de se relacionar com outras pessoas.
  • Bagunça ou objetos empilhados no armário, a mensagem é que você não tem controle sobre a análise e o manejo das emoções.
  • Bagunça ou objetos empilhados na cozinha, a mensagem ou sinal é de ressentimento ou fragilidade sentimental.
  • Bagunça mesa ou área de trabalho, a mensagem é de frustração, medo e necessidade de controlar situações.
  • Desordem atrás das portas, a mensagem é de medo de não ser aceita pelos outros, sensação de estar constantemente sendo observada.
  • Bagunça sob a mobília, a mensagem é que as aparências recebem muita importância.
  • Bagunça ou objetos acumulados na garagem, a mensagem é de medo e falta de capacidade de atualização.
  • Bagunça ou objetos empilhados em toda a casa, a mensagem é de coragem, raiva, preguiça e apatia em relação a todos os aspectos da vida.
  • Bagunça ou objetos acumulados em corredores, a mensagem é de conflitos para se comunicar, medo de dizer e manifestar o que é desejado na vida.
  • Bagunça ou objetos acumulados na sala, a mensagem é de medo da rejeição social.
  • Bagunça na sala de jantar, a mensagem é de medo de não dar passos firmes e sólidos, sentimento de dominação por parte da família.

Nos casos em que temos antiguidades ou objetos herdados, eles estão impregnados com a energia daquelas pessoas a quem eles pertenciam. Um ritual para limpá-los é fazê-lo com incenso ou óleo essencial natural de um cítrico, como laranja, limão ou tangerina.

Depois de ter arrumado toda aquela desordem, já demos o segundo passo, agora vamos ao terceiro passo, limpar a energia de nossos espaços vivos. Isso ajudará você a converter seus espaços em lugares sagrados; em que você encontrará mais significado em sua vida e será mais assertivo em suas decisões e projetos.

“Abra espaço para o novo. Sim, abra espaço para o novo. Esvazie a geladeira, jogue fora todos os restos embrulhados em papel alumínio. Limpe os armários, se livre de tudo que você usou nos últimos 6 meses. E se você não usou por um ano, isso definitivamente está em sua casa, então venda, mude, dê ou queime.”


Louis L. Hay

Os guarda-roupas desordenados e confusos refletem uma mente em desordem. Ao limpar os armários, diga a si mesmo que está limpando seus armários mentais. O universo ama gestos simbólicos.

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Inspiração · Reiki · Saúde · Vida

Me tornei uma reikiana

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Estive um tempo sem escrever aqui no blog e tem um bom motivo. Essas últimas semanas tenho me dedicado ao estudo do Reiki. Resolvi vir aqui contar um pouquinho sobre ele.

A primeira coisa para quem nunca teve contato com o Reiki, é importante saber. Existe uma energia que é a força que dirige todo o Universo. É ciência! “Einstein diz que toda matéria é energia e que toda energia é constituída por fótons, que é uma das partículas subatômicas descobertas pela física quântica”.

O corpo troca energia com o Universo e alguns vícios, estresse, pensamentos negativos causam certos bloqueios em pontos energéticos do nosso corpo. Esses bloqueios prejudicam a circulação de energia e por vezes são a causa de desequilíbrios  emocionais, mentais, espirituais e físicos.

Existem algumas terapias energéticas que podem ser utilizadas para a cura desses desequilíbrios. Utilizadas em conjunto com a medicina convencional elas vêm conquistando a cada dia mais espaço sendo utilizadas inclusive por profissionais da saúde com seus pacientes.

Reiki significai energia vital universal. Ela é conhecida em diversas culturas pelo mundo com nomes diferentes, como Chi (na China), por exemplo. Ele pode ser aplicado diretamente na pessoa ou à distância e tem como objetivo manter ou recuperar a saúde emocional, espiritual, física e mental.

Mikao Usui foi o redescobridor do sistema. Ele nasceu no Japão, em 15 de agosto de 1865. A história de vida e a forma como Usui teve a sua iluminação são incríveis. Vale a pena procurar e ler como ele passou o método para frente até ele chegar aqui ao Ocidente (1938).

O Reiki pode ser aplicado em qualquer pessoa. Do bebê ao idoso até animais e plantas, não existe contra indicações. Não precisa retirar as roupas para receber. O terapeuta canaliza a energia cósmica universal.

Entre alguns benefícios do Reiki estão:

  • Aliviar dores físicas;
  • Diminuir estresse e ansiedade;
  • Equilíbrio energético;
  • Melhora da insônia;
  • Auxilia cura de doenças físicas.

O Reiki possui cinco princípios. São eles:

  • Apenas hoje, não se irrite.
  • Apenas hoje, não se preocupe.
  • Apenas hoje, agradeça suas bênçãos e seja humilde.
  • Apenas hoje, ganhe a vida honestamente.
  • Apenas hoje, seja gentil e amável com todos os seres vivos.

Esses princípios foram criados para que percebêssemos que a cura verdadeira só vem por meio de uma transformação interior. Aplicando esses princípios a vida nossa cura será completa.

Para se tornar um reikiano é preciso encontrar um mestre em Reiki e realizar o curso que podem ser em 3 ou 4 níveis. O mestre na inicialização irá canalizar a energia para cada aluno, assim como passar o principio do método e seus símbolos de acordo com o nível que você está fazendo.

É isso, contei aqui um pouquinho do que é o Reiki.

O mais importante, Reiki é amor!

Saúde · Vida

Tarefas de casa em psicoterapia

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Texto original do site Comporte-se por Mônica Camoleze

Um processo de psicoterapia busca promover mudanças ou habilidades no repertório comportamental do cliente que possam ser úteis na lida com determinadas situações de sua vida cotidiana. Para tanto, com base em suas análises, o terapeuta realiza intervenções no contexto de sessão terapêutica para promover aprendizagens ao cliente sobre comportamentos importantes de serem desenvolvidos. Mas, é crucial que as aprendizagens obtidas em sessão também ocorram na vida do cliente, não apenas no consultório do psicólogo, e é neste cenário que as tarefas de casa se destacam como importantes.

As tarefas de casa são mais frequentemente incorporadas na Terapia Comportamental e Terapia Cognitivo-Comportamental, podendo fazer parte de todos as etapas do tratamento. Portanto, ela pode ser atribuída desde a primeira sessão, o que já comunica ao cliente que o processo terapêutico é colaborativo, e que ele tem um papel fundamental no processo de mudança ao realizar algumas atividades em sua rotina entre uma sessão e outra de psicoterapia (Lambert, Harmon & Slade, 2007).

No início do processo psicoterapêutico, as tarefas de casa utilizadas com mais frequência são a psicoeducação e o auto monitoramento. Na psicoeducação, o terapeuta tende a fornecer, como tarefas de casa, materiais psicoeducacionais para o cliente ler a respeito do problema apresentado em sessão, a fim de ensiná-lo sobre a origem dos seus problemas e sobre a abordagem comportamental de tratamento (Ledley & Huppert, 2007).

Por exemplo, no caso de atendimento de crianças ou adolescentes, o terapeuta pode fornecer alguns textos para que os pais leiam, sobre os princípios básicos do comportamento aplicados a educação dos filhos; um bom exemplo deste tipo de leitura é o livro “Eduque com Carinho” da psicóloga Lídia Weber. Seguindo a mesma lógica, leituras ou outros materiais com função de psicoeducação podem ser fornecidos à clientes com queixas variadas, desde que o psicólogo tenha clareza sobre a razão de estar fornecendo este material e desde que selecione um material adequado para a compreensão do seu cliente.

Sobre o auto monitoramento, refere-se a coleta de informações sobre as dificuldades do cliente para facilitar a compreensão dos comportamentos problemáticos e das variáveis que os controlam no contexto de vida diária, contribuindo para o planejamento do tratamento; pode ser utilizado principalmente quando o cliente tem dificuldades para descrever seus comportamentos e eventos em que ocorrem (Ledley & Huppert, 2007).

Um exemplo simples, que pode ser adaptado para a demanda de qualquer cliente, é uma tabela com os dias da semana e períodos por dia – manhã, tarde e noite – em que o cliente registra suas atividades e seu humor respectivo. Assim, o terapeuta consegue algumas informações sobre situações que podem estar relacionadas a queixa e, partir disso, pode explorar exemplos variados dessas situações para realizar análises funcionais, as quais tornarão mais evidentes as variáveis controladoras dos comportamentos problemáticos, e facilitarão ao terapeuta a identificação de comportamentos alternativos e estratégias de intervenção possivelmente eficazes. Ademais, a forma de registro e o que será registrado depende diretamente dos objetivos terapêuticos, o que tornam as possibilidades de auto monitoramento muito variadas, indo além do exemplo exposto aqui.

No início do tratamento, as tarefas de casa costumam ser mais diretivas – por meio da atribuição direta do terapeuta sobre algo a ser feito entre as sessões – mas é recomendado que o cliente seja encorajado a assumir um papel cada vez mais ativo com o progresso do tratamento, para que ele possa aprender a identificar o que pode ser mais relevante fazer durante a semana, entre uma sessão e outra. O desenvolvimento dessa independência do cliente sobre identificar ações importantes pode ser facilitado por meio de perguntas, como: “O que você acha que poderia ser útil para você experimentar fazer esta semana?” (Ledley & Huppert, 2007).

Em momentos posteriores da terapia é mais provável que ocorram tarefas de casa que contemplam técnicas específicas, embora isso não seja uma regra. Assim, a partir do momento em que cliente e terapeuta concordam sobre a análise das variáveis controladoras dos comportamentos problemáticos, técnicas específicas podem ser ensinadas para auxiliar o cliente a emitir comportamentos alternativos (Ledley & Huppert, 2007). Por exemplo, a Terapia Comportamental Dialética propõe algumas habilidades que os clientes podem aprender e treinar em suas vidas, as quais são: atenção plena, regulação emocional, tolerância ao estresse e eficácia interpessoal. Para cada uma delas, exercícios ou atividades podem ser realizados em sessão e na vida cotidiana. No conjunto de habilidades de atenção plena, por exemplo, o cliente pode ser solicitado a praticar em sua semana alguns exercícios de meditação que, em geral, tem como função ensiná-lo a prestar atenção ao momento presente e à experiência imediata (Lineham, 2010).

Por fim, é importante que o terapeuta planeje as tarefas de casa de modo que elas facilitem progressos durante o processo de psicoterapia. Isso quer dizer que o terapeuta pode elaborar metas graduais, começando com a solicitação de comportamentos mais simples e prováveis de serem reforçados ao serem executados, para comportamentos gradualmente mais complexos. Além disso, o terapeuta precisa estar atento na sessão subsequente à execução da tarefa, para lembrar-se de falar sobre ela com o cliente, pois, assim, ele pode salientar ao cliente os efeitos reforçadores da execução do comportamento alternativo, tornando mais provável que ele volte a ser emitido em outros momentos e contextos da vida diária, além de fortalecer a própria resposta de fazê-la. Ademais, o cliente tende a se comprometer mais fortemente com as tarefas de casa quando elas estão diretamente relacionadas ao conteúdo que foi trabalhado em sessão e também aos objetivos de longo prazo na vida diária, ou seja, aquilo que ele almeja na vida por meio da psicoterapia (Ledley & Huppert, 2007).

Em síntese, as tarefas de casa tem um papel importante no processo de psicoterapia, na medida em que criam condições para que o cliente desenvolva auto conhecimento sobre seus problemas ou seus comportamentos, e para que ele experimente, pratique e tenha chance de obter consequências naturalmente reforçadoras para os seus comportamentos alternativos. Neste sentido, é tarefa do terapeuta programar tarefas de casa favoráveis ao progresso do cliente, no sentido de facilitar aprendizagens e melhorias na vida dele.

REFERÊNCIAS

Lambert, M. J., Harmon, C., & Slade, K. (2007). Directions for Research on Homework. In. N. Kazantzis & L. L’Abate. (Eds.), Handbook of Homework Assignments in Psychotherapy: Research, Practice and Prevention. (pp. 407-424). New Jersey: Springer.

Ledley, D. R.; & Huppert, J. D. (2007). Behavior Therapy. In. N. Kazantzis & L. L’Abate. (Eds.), Handbook of Homework Assignments in Psychotherapy: Research, Practice and Prevention. (pp. 19-34). New Jersey: Springer.

Lineham, M. (2010). Terapia cognitivo-comportamental para transtorno da personalidade borderline. Porto Alegre, RS: Artmed.

Inspiração · Saúde

Crenças limitantes

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Crenças limitantes são ideias e interpretações negativas que criamos de nós mesmos ao longo da vida e tornamos elas verdades absolutas.

Elas podem vir de sua criação, herdada de seus pais, avós ou da cultura em que cada um está inserido.

Elas parecem ser algo pequeno, mas ao longo do tempo afeta muito como vemos e como reagimos a determinadas situações. Muitas vezes são elas que impedem de realizarmos nossos sonhos. Elas muitas vezes causam bloqueios que te impedem de seguir adiante.

No nosso subconsciente é onde se encontram entre outras coisas nossas crenças pessoais.

Algumas crenças são: “Eu não consigo”, “Sou inseguro”, “Homens são todos iguais”, “Eu só atraio gente ruim”, “Não tenho jeito para isso”, “Sou velho demais para aquilo”…

Em uma série de vídeos, a psicóloga Maura de Albanesi, explica como saber suas principais crenças limitantes e também exercícios para desconstruir essas crenças.

No final das contas a diferença vai ser feita com a sua sinceridade com você mesmo. Ser franco e perceber quais crenças limitantes você tem, o motivo que fez você torná-la uma verdade, definir seus objetivos e substituir elas por uma afirmação positiva. Tornar isso um hábito e persistir.

Todos possuímos nossas crenças limitantes, a decisão de mudá-las vai fazer a diferença na vida de cada um.

Saúde

Limpeza de Ano Novo

 

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Todo final de ano eu faço uma limpeza geral aqui em casa, é como se eu sentisse necessidade entrar no próximo ano mais leve e organizada.

Esses dias, acabei cruzando com um post do Hypeness sobre uma tradição milenar japonesa chamada Oosouji, ele tem o objetivo de fazer uma faxina geral em todas as áreas da nossa vida e ser um purificador para o ano novo.

Conhecendo um pouquinho mais dessa tradição e pensando na faxina que já fazia, resolvi listar aqui o que farei para iniciar o ano de 2018 com o pé direito.

Começarei com meu último destralhe do ano, passando pelos papéis, roupas, sapatos, bijuterias, livros, produtos de cozinha, remédios, etc.

Separarei em doar, jogar fora e vender, além de separar objetos que precisam de reparo.

Depois iniciarei minha faxina.

Resolvi utilizar produtos menos tóxicos então o vinagre branco e o bicarbonato de sódio vão ser as estrelas.

No YouTube tem uma série de vídeos dedicados a dar dicas para facilitar a sua vida na hora de faxinar. Um dos canais que eu gosto e sou inscrita é o Organize sem Frescuras!

Além da limpeza tradicional, resolvi também trazer alguns itens (não tradicionais) para melhorar a energia aqui de casa.

Para eliminar energias negativas colocarei sal grosso nos 4 cantos dos cômodos, ele deve ser retirado depois de 48 horas e jogado fora.

Se livrar de objetos quebrados também ajuda a eliminar essas energias. Segundo o Feng Shui eles são fontes de energia parada.

Ter uma boa disposição dos móveis, deixar as entradas livres e o ar correr também ajuda na renovação das energias.

Coloquei uma Espada de São Jorge no meu quarto. Ela é conhecida por melhorar os níveis de oxigênio e purificar o ar.

Começar 2018 com boas energias em casa e pensamentos positivos podem fazer a diferença.